Faculdade São José
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EMPRESA JÚNIOR - O QUE É?
         Empresa Júnior é uma associação civil sem fins lucrativos constituída e gerida exclusivamente por alunos de graduação de faculdades ou universidades, nas quais ela se insere, presta serviços e desenvolve projetos para empresas, entidades e para a sociedade em geral nas suas áreas de atuação, sempre sob a supervisão de professores.
Além disso, tem como objetivo principal propiciar aos estudantes a oportunidade de aplicar e aprimorar os conhecimentos teóricos adquiridos durante o curso.
 
Como e quando surgiu a primeira empresa júnior do mundo?

         A primeira empresa júnior surgiu na França em 1967, com a iniciativa de empresários juniores da L´Ecole Supérieure des Sciences Economiques et Commerciales de Paris. Desde então, esse movimento foi aumentando e se difundiu por vários lugares do mundo. Quando fundaram a primeira, as instituições de ensino perceberam que a empresa júnior faturava tanto quanto uma empresa normal. Para se ter uma idéia, o faturamento da empresa júnior francesa no primeiro ano de funcionamento foi de US$ 19 milhões.
         No Brasil, essa iniciativa chegou no estado de São Paulo em 1987, pela Câmara de Comércio Franco-Brasileira. Então, surgiam as três primeiras empresas juniores do país: EJ-FGV, Júnior FAAP e Júnior Poli Estudos. A partir disso, outras empresas juniores, em especial da Unicamp e USP, começaram a despontar como centros de excelência nesse assunto.

 
Como as empresas juniores se organizam?

         Existem no Brasil cerca de 750 empresas juniores com mais de 23 mil universitários envolvidos. Elas são representadas por nove federações estaduais, que juntas formam a Rede Brasil Júnior. Cada federação tem o seu estatuto padrão, mas todas procuram seguir o mesmo modelo.
         Além disso, em 1993, as empresas juniores começaram a se organizar melhor e aconteceu o I Encontro Nacional de Empresas Juniores (ENEJ), que foi realizado em São Paulo. A partir disso, os encontros são realizados anualmente.

 
Como fundar uma empresa júnior?

         É recomendado a todos os alunos que queiram abrir uma empresa júnior para que entrem em contato com a federação estadual. A federação estadual é a referência do movimento de empresa júnior em cada Estado brasileiro. Além disso, esse estudante que tem vontade de abrir uma empresa júnior deve juntar um grupo com pelo menos mais cinco pessoas, o grupo não deve ser muito grande, porque nesse primeiro momento é interessante que todos os membros compartilhem de um mesmo ideal para poder fazer as coisas acontecerem de uma maneira mais eficiente.
         Esse grupo precisa se adequar ao ideal do movimento de empresas juniores e para isso confeccionar um documento chamado Conceito Nacional de Empresa Júnior. Esse conceito enquadra as empresas juniores dentro das suas características especiais, como por exemplo, o caráter de empresa sem fins lucrativos, ou seja, os membros que trabalham em uma empresa desse tipo não são remunerados. Outras características que uma empresa júnior deve ter são possuir uma denominação, sede e finalidade, além de nome, endereço e CNPJ próprio.

 
Qual o perfil dos alunos que trabalham em empresas juniores?

         A empresa é formada e gerida por estudantes de graduação. Existe um professor que orienta apenas alguns projetos de consultoria. A gestão interna da empresa é feita pelos estudantes. Por exemplo, um projeto de Engenharia precisa ser assinado por um engenheiro responsável, ou seja, esse arcabouço é oferecido pelo professor orientador. O professor vem para respaldar e dar uma chancela maior aos projetos de consultoria dessas empresas.
         A competitividade do mercado faz com que a vida profissional se inicie cada vez mais cedo. Durante o período acadêmico, o jovem se envolve em estágios, cursos extracurriculares, feiras, faz contatos e cuida de sua imagem pessoal, enfim, é na universidade que a vida profissional se inicia. Entre todos os estudantes universitários, há os que vão além do padrão, esse são os que estão nas empresas juniores e desenvolvem projetos ousados, tornam-se fortes líderes estudantis e assumem responsabilidades com a faculdade. São jovens especiais, com forte personalidade direcionada para uma inovação empreendedora. São alunos potencialmente insatisfeitos apenas com o ensino acadêmico, que querem desbravar as fronteiras encontradas no dia a dia.

 
Quais os diferenciais que o aluno egresso de uma empresa júnior possui em relação aos outros alunos da universidade?

         A pessoa que participa do movimento de empresa júnior leva uma bagagem de experiências muito grande quando termina a graduação. Essas pessoas que participam do MEJ (movimento de empresas juniores) têm a oportunidade, durante o período da graduação, de participar da decisão da construção de uma microempresa. A capacidade e as habilidades gerencias, a oratória, a capacidade de trabalhar em grupo, negociação com o cliente, é uma grande bagagem que esse estudante universitário vai acumulando no decorrer da sua graduação.
         Na verdade, o que acontece é que antes de ingressar no mercado você já tem a oportunidade de conhecê-lo e de poder saber onde esse mercado pode lhe oferecer um retorno maior. É possível identificar algumas falhas e oportunidades antes mesmo de fazer parte deste mercado. E a partir disso fazer proposições e encontrar portas abertas nos lugares corretos. Ele é capacitado muito além da graduação. Essa capacidade de aliar teoria à prática vai construindo uma postura maior em cada uma das pessoas que estão inseridas no MEJ.
         O grupo de alunos que trabalha em uma empresa júnior é diferenciado porque trabalha, estuda e ainda busca desenvolver projetos de consultoria. Provavelmente, quando se formar, esse aluno vai ter o seu negócio próprio, porque busca o empreendedorismo. A empresa júnior é uma oficina de trabalho, onde o estudante vivencia o mercado, desenvolve e executa projetos, tornando-se um profissional preparado para trabalhar em equipes e enfrentar os desafios do cotidiano.
         Esse estudante desenvolve um espírito mais crítico, para uma análise empreendedora. A empresa júnior proporciona a aplicação prática do conhecimento teórico relativo à área de formação que esse aluno tem dentro da universidade.

 
As empresas juniores são sérias?
         As empresas juniores prestam serviços de consultoria nas diversas áreas do conhecimento. No último censo feito em 2001 pela Confederação Brasileira de Empresas Juniores, foi constatado que elas realizam cerca de 3.000 projetos de consultoria por ano. As empresas juniores prestam serviços de qualidade com orientação de professores, ou seja, o selo das instituições de ensino superior está por trás dando todo o respaldo que a empresa júnior precisa. Existe um grupo de consultores juniores, que são estudantes de graduação, assessorados por mestres ou doutores da instituição, que prestam um serviço de qualidade a um preço bastante inferior àquele que encontramos no mercado. O mercado está vendo que a empresa júnior é tão eficiente quanto qualquer outra empresa.
         O dinheiro ganho é sempre reinvestido na empresa. Vale lembrar que parte desse dinheiro é destinado a cobrir os custos variáveis do projeto, como locomoção, por exemplo. O que sobra nas negociações é reinvestido em capacitação para os membros, em novos equipamentos, uma série de benefícios que agregam mais valor ao estudante universitário.
 
Todas as empresas juniores são iguais?
         As empresas juniores espalhadas pelo Brasil são diferentes umas das outras. É verdade que há diversas semelhanças, porém não existe um padrão único que segue a mesma estrutura organizacional e as mesmas normas de funcionamento. As empresas seguem um parâmetro que é definido nacionalmente, mas nas peculiaridades nada é interferido. Por exemplo, quando o aluno ingressa na empresa júnior assume um termo de compromisso, onde se compromete em executar as funções que lhe foram dadas e a partir disso trabalha o tempo que quiser.
  Notícias  
 
[26-02-08] - CONHEÇA O IBRACON
[28-08-07] - O PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE
[12-06-07] - BENEFÍCIOS ACADÊMICOS 2
[17-05-07] - BENEFÍCIOS ACADÊMICOS
 
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CONHEÇA O IBRACON
data: 26 de fevereiro de 2008
O IBRACON
O IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil tem a função de discutir, desenvolver e aprimorar as questões éticas e técnicas da profissão de auditor e de contador e, ao mesmo tempo, atuar como porta-voz dessas categorias diante de organismos públicos e privados e da sociedade em geral.
Auxiliar na difusão e na correta interpretação das normas que regem a profissão, possibilitando aos profissionais conhecê-la e aplicá-la de forma apropriada, também é parte de nossa missão. Dessa forma, contribuímos para a criação e a manutenção de um mercado sadio, regido pela ética profissional.
Também é função do IBRACON atuar no conjunto das entidades de ensino colaborando para o aprimoramento da formação profissional, por meio da divulgação das atribuições, do campo de atuação e da importância do trabalho do auditor independente em nossa sociedade.

Para isso, o IBRACON promove periodicamente, seminários, palestras, fóruns de discussão e treinamentos conduzidos por profissionais altamente qualificados, visando à capacitação e à atualização permanente de seus associados. Dispõe de biblioteca com títulos técnicos, e outros assuntos de interesse, e edita mensalmente um boletim com artigos sobre temas do momento, enviado eletronicamente a todos os associados.
O IBRACON tem sede nacional em São Paulo e sete seções regionais, que cobrem todo o território nacional. Trabalha em parceria com outras entidades nacionais e internacionais para garantir a excelência e a integridade da profissão

ATIVIDADES
GRUPOS DE TRABALHO
Comissão Nacional de Normas Técnicas - CNNT
A Comissão Nacional de Normas Técnicas (CNNT) tem a seu cargo elaborar pronunciamentos sobre normas de auditoria e princípios contábeis, comunicados e interpretações técnicos, a partir de uma agenda/lista de assuntos discutida e aprovada junto à Diretoria do IBRACON. Esses documentos técnicos, após discutidos e aprovados no âmbito de atuação da CNNT, são colocados em audiência pública pela divulgação no site do IBRACON. veja mais
GT 1 – INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS
Este grupo de trabalho é coordenado por Edison Arisa e foi constituído para propor soluções de assuntos técnicos da área contábil e de auditoria das instituições financeiras, com abrangência nacional.
O grupo é formado por associados do Ibracon que se dediquem a mesma área de atividade, sem limitação do número de participantes. Para entrar no GT basta ser associado e requerer a participação na secretaria do IBRACON, que deverá ser aprovado pelos demais membros do grupo.veja mais

GT 2 – SEGURADORAS
O Grupo de Trabalho 2 atua na discussão, estudo e análise dos temas referentes a auditoria e contabilidade no âmbito das sociedades seguradoras, de empresas de capitalização e de entidades abertas de previdência privada. Além disso, quando julgam apropriado, propõem à diretoria técnica a emissão de orientações sobre assuntos relativos a essas áreas. veja mais

GT-3 - Grupo Técnico de Previdência - Promove as seguintes reuniões periódicas: 1) para discutir assuntos relacionados aos procedimentos de auditoria e práticas contábeis de uma EFPC. 2) reuniões com a SPC em Brasília e em São Paulo discutindo assuntos relacionados às EF. 3) Reuniões com outras entidades e associações ligadas às EFPC. 4) Reuniões com o IBA. 5) Apresentações de sugestões à SPC e comentários sobre minutas de normas e assuntos relacionados às EFPC.

Os principais órgãos reguladores são: SPC, CMN/BACEN e CVM.
Por: admin
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BENEFÍCIOS ACADÊMICOS 2
data: 12 de junho de 2007
A FACULDADE SÃO JOSÉ – F S J, firmou convênio com o CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO PIAUI - CRC – PI, o qual passou a vigorar a partir do dia 12 de Junho de 2007, cujo prazo de vigência é de (04) quatro anos a partir da data da sua assinatura.
O citado convênio, oferece os seguintes benefícios:
a - Acesso facilitado aos portadores de Cursos Técnicos em Contabilidade;
b- Desconto sobre o valor das parcelas contratadas pela prestação de serviços educacionais pela IES.
Para gozar do presente beneficio, o beneficiários deverá comprovar:
1 – sua regularidade junto ao Conselho Regional de Contabilidade – CRC-MA, através de declaração expedida pelo Presidente ou Delegado Regional do Conselho.
Por: admin
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BENEFÍCIOS ACADÊMICOS
data: 17 de maio de 2007
A FACULDADE SÃO JOSÉ – F S J, firmou convênio com o CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO ESTADO DO MARANHÃO - CRC – MA, o qual passou a vigorar a partir do dia 17 de maio de 2007 cujo prazo de vigência é de (04) quatro anos a partir da data da sua assinatura.
O citado convênio, oferece os seguintes benefícios:
a - Acesso facilitado aos portadores de Cursos Técnicos em Contabilidade;
b- Desconto sobre o valor das parcelas contratadas pela prestação de serviços educacionais pela IES.
Para gozar do presente beneficio, o beneficiários deverá comprovar:
1 – sua regularidade junto ao Conselho Regional de Contabilidade – CRC-MA, através de declaração expedida pelo Presidente ou Delegado Regional do Conselho.
Por: admin
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O PROFISSIONAL DA CONTABILIDADE
data: 28 de agosto de 2007
- QUEM É ESSE PROFISSIONAL?

É o bacharel em CIÊNCIAS CONTÁBEIS, antes de mais nada, é um profissional eclético. Todo e qualquer patrimônio necessita de critérios de formatação e de avaliação, fato do dia-a-dia do Profissional em Contabilidade.
A identificação, análise e, finalmente, determinação do impacto das transações no patrimônio das entidades, exige do Profissional um amplo e variado leque de conhecimento. O mundo vem experimentando violentas transformações e requer versatilidade e abrangência nas interpretações. O Profissional Contábil está treinado e habilitado, na extensão do seu necessário envolvimento como requisito mínimo nos assuntos econômicos, tributários, organizacionais e comportamentais, a direcionar as conclusões da lógica contábil sempre respaldado por princípios e normas técnicas dando espaço à propalada interpretação da condição, qualidade e valor do patrimônio. Nenhuma decisão de negócio é tomada sem os dados contábeis e somente o Profissional Contábil dispõe de preparo técnico para com tais dados disponibilizar a verdade patrimonial e a direção dos negócios.
A realidade de mercado hoje exige um profissional pronto para assumir novas responsabilidades. Mais do que apenas registrar os atos e fatos da empresa, deve ser uma verdadeira “bússola” dos negócios e ajudar a administração a manter o negócio na rota prevista. Para desempenhar essas funções com a máxima competência, sua formação hoje deve conter não só noções sólidas de finanças, economia e gestão, mas, também, de ciências humanas, ética e responsabilidade social.
O bacharel em Ciências Contábeis está capacitado para pesquisar, analisar e discernir a par de muito bom senso, todo o sistema de informações econômico-financeiro e patrimonial das Entidades.

- QUAL O MERCADO DE TRABALHO DO PROFISSIONAL CONTABIL ?

O bacharel em Ciências Contábeis tem sua profissão regulamentada pelo Decreto-lei nº 9.295/46 e suas atribuições definidas pela Resolução nº 560/83, do Conselho Federal de Contabilidade.
Bastante amplo, o mercado de trabalho oferece muitas oportunidades para uma carreira bem sucedida.

- QUAIS AS PRINCIPAIS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS PELO
PROFISSIONAL CONTABIL ?

Atualmente, a profissão vive um momento áureo. Vale lembrar, onde houver uma empresa, pequena, média ou grande, sempre existirá a figura do contador.
Profissional liberal, o Contador pode-se dizer um profissional de múltiplas funções, podendo ser:

• Autônomo;
• Empresário de Contabilidade;
• Auditor Independente, Auditor Interno;
• Consultor Tributário;
• Controller;
• Auditor Fiscal;
• Perito Contábil;
• Membro de Conselho Fiscal e de Administração;
• Árbitro em câmaras especializadas;
• Atuar na Área Acadêmica;
• Membro de Comitês de Auditoria;
• Membro em Entidade de Classe;
• Executivo.
Por: admin
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